Sabe quando a gente tá de bobeira no google, digita qualquer coisa pra ver onde vai parar? Sim, foi assim que eu descobri essa excelente banda. Um metal pesado e impecável. Foi a minha descoberta do ano dessa semana (hehehe).
Suas principais influências são Black Sabbath, Cactus, Mountain, Humble Pie, Grand Funk Railroad, Hendrix, Robin Trower, Judas Priest, Motorhead, Soundgarden, AC/DC e outros...
Formação:
Keith Gibbs: Vocals, Guitar
Clayton Charles: Bass
Rick Ferrante: Drums
2004 Sasquatch I
2006 Sasquatch II
Are You Ready (Grand Funk Railroad Cover)
Senha/password: erawilson.blogspot.com
S.A. Slayer era originalmente conhecido como "Slayer", mas desde então havia outro Slayer (US) naquele momento e eles já tinham lançado um álbum (Prepare to Die), eles ameaçaram o San Antonio Slayer com um processo, e assim eles tiveram que pôr o S.A. antes do nome. Chegou a lançar o álbum "Go For The Throat" em 1984; mas depois banda acabou, e os integrantes difundiram a outras bandas diferentes (Steve Cooper uniu ao Juggernaut; Ron Jarzombek foi para o Watchtower e Spastic Ink; Don Van Stavern foi para as bandas Riot and Pitbull Daycare; e Dave McClain tocou no Machine Head and Sacred Reich).
Formação:
Steve Cooper - vocal
Bob Catlin - guitarra
Ron Jarzombek - guitarra
Don Van Stavern - baixo
Dave McClain - bateria
Prepare To Die (1983)
1. The Door
2. Prepare To Die
3. Final Holocaust
4. Unholy Book
5. To Ride The Demon Out
Go For The Throat (1984)
1. Go For The Throat
2. Upon Us, The End
3. If You Want Evil
4. Off With Their Heads
5. Ride Of The Horsemen
6. Ancient Swords
7. TLO 22
8. The Witch Must Burn
9. Hell Will Be Thy Name
10. Power To Burn
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O Stone Temple Pilots foi uma das principais bandas norte americanas do cenário grunge nos anos 90, na qual faziam parte: Nirvana, Soundgarden, Pearl Jam, Alice in Chains, entre outras. Têm influências evidentes de hard rock e até mesmo o punk. O abuso no consumo de drogas por parte do vocalista Scott Weiland levou ào fim da banda em 2003. Entretanto, em janeiro de 2008, o próprio Weiland afirmou em uma entrevista que a banda voltará aos palcos a partir de maio desse ano.
Curto muito a banda. Fazem um grunge pendendo pro indie rock, porém com mais peso. Esses são os álbuns de estúdio da banda. Espero que gostem.
1992 Core
1994 Purple
1996 Tiny Music...Songs From The Vatican Gift Shop
1999 Nº 4
2001 Shangri-la Dee Da
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O primeiro LP, de 1973, com Ney e João (de barba) na frente, Gerson (de bigode) e Frias atrás: um sucesso como nunca havia sido visto no Brasil.
“O Vira”, do primeiro LP do Secos & Molhados (1973), da gravadora Continental, é uma das primeiras músicas que me lembro de ter ouvido na vida. Para mim, e para muitas crianças, a letra era lúdica e repleta de referências: remetia a histórias contadas pelos pais, fantasias, brincadeiras e cores. Os adultos ficaram fascinados pelo som e pelo visual dos músicos – e, também, pelos requebros de Ney Matogrosso, que despertaram a libido de muitas mulheres e homens. A aparição no programa de estréia do “Fantástico”, em setembro de 1973, transformou o Secos & Molhados em mania nacional: em apenas um mês, foram vendidas 300.000 cópias do LP de estréia – um número inimaginável numa época em que os LPs mais vendidos alcançavam 50.000 cópias por ano. Dez meses depois, a marca de um milhão estava prestes a ser superada.
O nome da banda era uma frase comumente vista nos empórios e mercados: para resumir a variedade de artigos à venda, muitos proprietários escreviam na fachada que vendiam “secos e molhados”. A famosa capa do LP de 1973 mostra Ney, João, Gerson e o baterista Marcelo Frias com as cabeças “servidas” em bandejas colocadas sobre uma mesa com garrafas de vinho, pães, batatas, cebolas, biscoitos e grãos – os tais “secos e molhados” encontrados nos empórios. Mas, quando o disco chegou às lojas, Frias já estava fora do grupo. Existem duas versões para sua saída. Uma: ele se recusava a usar maquiagem e seguir o visual dos outros integrantes. Outra: em dúvida quanto às perspectivas de sucesso do Secos & Molhados, o baterista teria preferido continuar a trabalhar por conta própria em vez de se comprometer em tempo integral com uma banda ainda não consagrada.
Segundo LP, de 1974. Tão bom quanto o primeiro, mas pouco divulgado: foi lançado quando Ney e Gerson já haviam saído do Secos & Molhados.
Capa do LP de 1980 que registra o histórico show do Maracanãzinho, em 1974. Dispensável, de tão mal gravado que foi.


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