18
Jul 08
O R.E.M. é uma banda estadunidense de rock formada em Athens, na Geórgia, em 1980. Seu nome é uma referência ao estágio de sono REM.
Através da década de 1980 a banda trabalhou sem descanso, lançando álbuns anualmente por sete anos consecutivos, do seu EP de estréia de 1982 Chronic Town até o álbum de 1988 Green. Seu estilo punk rock e art rock inspirado da década de 1970 o permitiu estabelecer-se como elemento central da cena do rock alternativo da década de 1980.
Em 1979, Michael Stipe (vocalista), estudante de artes, conhece Peter Buck (guitarra), um jovem que trabalhava numa loja de discos. Tornaram-se muito amigos e passaram a dividir um apartamento. Em uma das festas que freqüentavam conheceram os também amigos Mike Mills (baixo) e Bill Berry (bateria). A afinidade entre os quatro foi imediata e logo começaram a tocar juntos.
No dia 5 de abril de 1980, a banda fez seu primeiro show para a festa de aniversário de um amigo, numa igreja abandonada na cidade de Athens, no estado da Georgia, EUA, onde Stipe e Buck moravam. A partir daí, começaram a tocar em bares, restaurantes e festas no sudeste dos EUA.
No ano de 1981, o R.E.M. lançou pelo selo independente Hibtone os singles “Radio Free Europe” e “Sitting Still”. Em 1982, o R.E.M. assina contrato com o selo I.R.S., onde lançam o EP Chronic Town, que teve uma ótima aceitação pelas rádios universitárias da época. Um ano depois sai o primeiro álbum do R.E.M., Murmur, que ganhou o status de álbum do ano batendo bandas já consagradas como U2, que tinha lançado o álbum War e também Michael Jackson com Thriller, o disco mais vendido da história. A aceitação do R.E.M. foi tão grande, que pela primeira vez fizeram um show fora dos EUA.
Entusiasmados com o sucesso do primeiro álbum, em 1984, com apenas onze dias de estúdio, eles gravam o segundo, Reckoning, e saem em turnê novamente. 1985 é o ano de lançamento de Fables Of The Reconstruction, o terceiro álbum e o maior sucesso até então, com destaque para a música "Feeling Gravity´s Pull". No entanto, durante a produção desse disco, a banda quase acabou devido a divergências internas e a discussões sobre o tipo de som que o álbum teria.
Em 1986, o R.E.M. lança o quarto disco, Life's Rich Pageant, outro grande sucesso alternativo. A banda conseguiu seu primeiro disco de ouro e o hit “Fall On Me” figurou no Top 10 dos EUA, fato inédito para o grupo. No ano seguinte, a I.R.S. lança um álbum intitulado de Dead Letter Office, contendo Lados B e as faixas do Chronic Town. No mesmo ano a banda lança seu quinto álbum de trabalho, Document, com sons barulhentos e letras politicamente corretas. A música “The One I Love” leva o R.E.M. ao estrelato, figura no TOP 5 dos EUA e o álbum leva disco de platina.
Dois anos se passam e em 1988 ocorrem vários fatos que marcaram a banda, sendo três de muita importância: o lançamento do álbum Green, o sexto da carreira, com hits como “Stand” e “Pop Song 89”; o R.E.M. é eleito pela revista Rolling Stone a melhor banda de Rock and roll dos Estados Unidos e eles assinam contrato com a milionária gravadora Warner Bros.. A Green World Tour (Turnê do álbum Green) dura onze meses.
Depois da correria com a turnê, os integrantes, exaustos, decidiram fazer uma pausa para cuidar cada de um de sua vida. Bill Berry foi pescar na sua fazenda, Mike Mills dedicou-se a projetos paralelos, Stipe foi cuidar de sua produtora de vídeo (C-Hundred Film Corporation) e Peter Buck continuou a fazer nada como sempre. Mas logo se juntaram e começaram a produzir um novo álbum, entre 1989 e 1991.
Após três anos sem lançar nada e, principalmente, sem a pressão da gravadora, o quarteto lança o sétimo álbum, Out Of Time, o mais bem sucedido da carreira do grupo. Os hits “Losing My Religion” e “Shiny Happy People”, deram a banda três Grammy Awards e seis MTV Video Music Awards. Neste mesmo ano de 1991, a convite da MTV a banda gravou um Acústico, com várias músicas de sucesso e outras desconhecidas até então. Esse acústico não chegou a ser lançado em álbum mas mostrou a versatilidade dos músicos. Ficou provado, definitivamente, que eles eram excelentes músicos. Para muitos no Brasil era a primeira vez em que se ouvia falar no R.E.M. (fora do circuito underground) e o sucesso da banda foi uma das primeiras revitalizações do rock nos anos 90, antes da revolução de Seattle.
Vale lembrar que o R.E.M. foi uma espécie de alavanca da onda grunge. Sem R.E.M. não sabemos se a revolução de Seattle teria feito tanto sucesso.
Em 1992 a crítica duvidava que a banda iria conseguir manter a qualidade das músicas nos álbuns seguintes até que o oitavo álbum, Automatic For The People, foi lançado. O disco possui hits consagrados como “Man On The Moon” (dedicado ao humorista Andy Kauffman), “Everybody Hurts” (para muitos a canção mais triste do mundo), “Drive”, “Find The River”, entre outros.
O nono álbum surge em 1994, cheio de sons pesados e guitarras distorcidas. Monster é dedicado ao ator e amigo River Phoenix, que morrera naquele ano e uma faixa, “Let Me In”, ao músico, cantor e amigo Kurt Cobain, que também se fora.
A banda inicia a maior turnê feita até hoje por eles, a Monster World Tour, que causou varios transtornos ao grupo. Michael Stipe teve de ser operado para a retirada de uma hérnia, Mike Mills entrou no centro cirúrgico por problemas estomacais, e o mais grave, durante um show, Bill Berry desmaiou sobre a bateria devido a um aneurisma cerebral e teve de ser operado às pressas.
Em 1996, o R.E.M. renova com a Warner Bros. por US$ 80 milhões, um dos maiores contratos da indústria fonográfica. Lançam seu décimo álbum, que pela primeira vez não foi gravado inteiramente em estúdio. New adventures in Hi-Fi contém, em sua maior parte, músicas inéditas gravadas em passagens de sons da turnê anterior. Destaque para “Leave”, “E-bow The Letter” e “The Wake-Up Bomp”.
No primeiro dia de gravação do álbum seguinte, em 30 de outubro de 1997, Bill Berry, junto com a banda, dá uma entrevista dizendo que amigavelmente deixava o grupo. Ele declarou que queria apenas viver com sua família numa fazenda, para descansar, pois tocava bateria desde os 9 anos de idade e queria fazer outra coisa além daquilo, que perdera o encanto. Os outros três integrantes resolvem continuar com a banda, sem substituir Berry.
O Décimo primeiro álbum, Up, é lançado em 1998. Apesar do título, é um trabalho bem depressivo. Michael Stipe diz que é o álbum onde conseguiu expressar profunda tristeza em suas letras, uma delas em especial, “Sad Professor”. Ainda sobre a saída de Bill Berry, Stipe diz que ele fez o que queria, e que não houve nenhuma pressão para que ficasse ou que saísse. Eles respeitaram a decisão do amigo, que já não gostava mais da fama, de ser fotografado ou de sair em turnê. A banda, inicialmente, decidiu não fazer turnê, mas após algum tempo realizou alguns shows pela Europa, com alguns bateristas se revezando em sua banda de apoio.
No ano seguinte, 1999, Bill Berry andou retomando as baquetas para um concerto beneficente que reuniu diversos artistas em favor de uma fundação que cuida de doentes da Síndrome de Pierrete, mas nada que o reconduzisse ao R.E.M. novamente. Stipe meteu-se na produção de um filme sobre o glam rock, chamado Velvet Goldmine, que contaria a história das principais figuras do gênero: David Bowie, Iggy Pop, Lou Reed, Marc Bolan. A banda cedeu sua música “Man On the Moon” para o filme biográfico do comediante Andy Kauffman, que falecera aos 35 anos de um câncer raro no pulmão. A canção havia sido feita em sua homenagem em 1992. O R.E.M. apareceu no último Saturday Night Live de 1999 como banda convidada, rendendo a Stipe uma participação como fada madrinha do personagem Mango (de Chris Kattan).
Em 2001, depois que a ferida aberta pela saída de Berry já estava cicatrizada, o R.E.M. lança seu décimo segundo álbum, intitulado Reveal. O álbum possui belos arranjos de teclados eletrônicos com letras inspiradíssimas, reforçando o talento de Stipe, considerado um dos melhores letristas de sua geração. O primeiro single e grande hit do álbum é “Imitation Of Life”, onde o R.E.M. faz uma volta ao passado e recorda um pouco a onda pop vivida em 1991 com “Shine Happy People”. Outros destaques ficam por conta de “The Lifting”, “All The Way To Reno”, “She Just Wants To Be” e “I´ll Take The Rain”, onde eles continuaram mostrando que são mestres na arte de vídeo-clips.
No mesmo ano, a banda faz seu primeiro show no Brasil, na terceira edição do Rock in Rio. O grupo foi um dos destaques e Michael Stipe foi eleito a personalidade mais popular e simpática do festival. Logo após o lançamento de Reveal, a MTV americana convidou a banda para gravar um novo acústico. O agora trio, mais experiente do que antes, faz uma excelente apresentação. Michael Stipe mais uma vez deu um show nos vocais, onde mostrou ter muita facilidade para fazer o que deseja com sua voz e para modificar as músicas do jeito que mais lhe agrada. Até agora a banda não se pronunciou se irá lançar em cd o acústico.
Em 2004 foi lançado o mais recente álbum do grupo, intitulado Around the sun. Com letras politizadas, refletindo a tensão que os EUA viviam por conta das eleições presidenciais, e sonoridade mais acústica (a despeito de alguns elementos eletrônicos), Around The Sun foi o álbum que teve a repercussão menos positiva, tanto entre os fãs quanto entre a crítica.

SENHA PASSWORD: bigze

1981 Chronic Town





1983 Murmur


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1986 Lifes Rich Pageant DOWNLOAD



1988 Eponymous






1988 Green





1991 Out Of Time





1992 Automatic For The People






1992 Fables Of The Reconstruction





1992 Reckoning





1993 Dead Letter Office
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1993 Document


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1994 Monster
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1994 Singles Collected





1996 New Adventures In Hi-Fi





1998 Up






2001 Reveal





2004 - Around The Sun





2008 Accelerate DOWNLOAD



Imitation Of Life Cd Single


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The Best Of R.E.M
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The Great Beyond Cd Single


publicado por wlasol às 14:14
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Miles Davis – Bottom Line Club

Miles no Teatro Municipal do Rio, maio de 1974

“Comecei a pensar seriamente em me aposentar da música em 1974. Estava em São Paulo, Brasil, e andara bebendo muita vodka e fumando um pouco de maconha – o que nunca fizera, mas estava me divertindo muito e me disseram que era muito bom. Além disso, tomara um pouco de Percodan e cheirava coca adoidado. Quando voltei ao quarto de hotel, achei que estava tendo um ataque cardíaco. Liguei pra recepção, chamaram um médico e me levaram pra um hospital. Me enfiaram tubos no nariz e intravenosos no corpo. O conjunto ficou assustado; todos acharam que eu ia morrer. Eu pensei comigo mesmo: É isso aí. Mas me livrei dessa. Jim Rose, meu gerente de excursões, disse a todos que eu provavelmente só tinha palpitações, por causa de todas aquelas drogas, e que estaria bom no dia seguinte, e estava mesmo. Tiveram de cancelar o espetáculo naquela noite e reprogramá-lo pra noite seguinte. Toquei e entusiasmei todo mundo, de tão bom que estava.
O pessoal não acreditava. Num dia, eu parecia à beira da morte, e no dia seguinte tocava pra caralho. Acho que me olhavam como eu olhava Bird, em pasmo total. Mas é assim que nascem as lendas. E eu curti adoidado as belas mulheres do Brasil. Elas caíam em cima de mim, e descobri que eram sensacionais na cama. Amavam amar.
Depois que retornamos do Brasil, iniciamos uma excursão pelos Estados Unidos, tocando com o grupo de Herbie Hancock. Herbie tinha um disco de grande sucesso, e era realmente querido pela garotada negra. Concordamos em abrir o espetáculo pra eles. No fundo, isso me deixou puto. Quando tocamos na Universidade de Hofstra, em Long Island, Nova York, Herbie- que é uma das pessoas mais legais do mundo, e que eu amo – passou no camarim pra me dar um alô. Eu lhe disse que ele não pertencia ao conjunto, e que o camarim era interditado a quem não fosse do conjunto. Pensando nisso depois, compreendi que era só raiva por ter de abrir o espetáculo pra um ex-acompanhante meu. Mas Herbie compreendeu, e limpamos a barra depois.
Eu percorria o país com Herbie, e estávamos arrasando. As platéias, em sua maioria, eram jovens e negras, o que era bom. Era o que eu queria, finalmente chegava lá. Meu conjunto se tornava realmente quente a essa altura. Mas meu quadril estava uma merda, e a música amplificada também já começava a me encher. Estava ficando cheio de tudo, e ainda por cima me achava fisicamente doente, também.

Miles in Los Angeles, 1975

Tocamos em Nova York e em muitas outras cidades. Depois fui a St. Louis fazer um concerto, e Irene, mãe de meus filhos, apareceu na festa depois. Começou a me humilhar na frente de minha família, amigos e músicos. Me vieram lágrimas aos olhos. Me lembro da expressão no rosto de todos, como se esperassem que eu desse uma porrada nela. Mas eu não podia fazer isso, porque sabia o motivo da dor dela, sabia que nossos dois filhos eram uns fracassos e ela me culpava por isso. Embora fosse embaraçoso pra mim ouvir aquilo assim, eu também sabia que algumas das coisas que ela dizia eram verdade. Eu chorava porque sabia que tinha de aceitar grande parte da culpa. Foi uma experiência muito dolorosa.


Logo depois de me encontrar com Irene em St. Louis, desmaiei e me levaram correndo pro Homer G. Phillips Hospital. Tinha uma feia úlcera perfurada e um amigo meu, o Dr. Weathers, apareceu e me tratou. Eram todaas aquelas bebidas, pílulas, drogas e tudo mais. Eu vinha escarrando muito sangue, mas não ligava pra isso até chegar a St. Louis. Vivera entrando e saindo tanto de hospitais que já quase se tornara rotina. Acabara de extrair nódulos da laringe. Agora ali estava de novo no hospital. Devíamos tocar em Chicago no dia seguinte, e tivemos de cancelar.


Quando acabei as apresentações com Herbie e voltei a Nova York, no verão de 1975, pensava seriamente em parar. Toquei em Newport em 1975, e depois no Schaefer Music Festival no Central Park. Depois me senti tão mal que cancelei um concerto que devia fazer em Miami. Quando fiz o cancelamento, os músicos com seus equipamentos já estavam lá e os empresários retiveram o equipamento de som e tentaram nos processar. Depois disso decidi parar. Nessa época, o conjunto era Al Foster na bateria, Pete Cosey na guitarra, Reggie Lucas na guitarra, Michael Henderson no baixo, Sam Morrison (que acabava de substituir Sonny Fortune) no saxofone e Mtume na percussão. Eu dobrava nos teclados.


Parei sobretudo por motivo de saúde, mas também porque estava espiritualmente cansado de toda aquela merda pela qual passara todos aqueles longos anos. Me sentia artisticamente esgotado, cansado. Não tinha nada a dizer em termos musicais. Sabia que precisava de um descanso e o tirei, o primeiro desde que começara a tocar como músico profissional. Achei que, quando estivesse um pouco melhor no físico, na certa começaria a me sentir melhor espiritualmente também. Estava cheio e cansado de entrar e sair de hospitais e de andar cambaleando por aí, subindo e descendo de palcos. Começava a ver piedade nos olhos das pessoas, quando olhavam pra mim, e não via isso desde que era viciado. Não queria isso. Larguei a coisa que mais amava na vida – a música – até conseguir me refazer de novo.


Pensei em me retirar por uns 6 meses, talvez, mas quanto mais ficava fora, menos sabia se ia voltar mesmo. E quanto mais ficava fora, mais afundava em outro mundo escuro, quase tão escuro quanto aquele do qual me arrancara quando era viciado. Mais uma vez, foi uma longa e dolorosa estrada de volta à sanidade e á luz. No fim, foram necessários quase 6 anos, e mesmo então eu ainda tinha dúvidas sobre se podia voltar completamente.”



“Miles Davis, a Autobiografia” – por Miles & Quincy Troupe
Editora Campus
pp 289 a 291



Bottom Line Club, 11/06/1975
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Line up

Miles Davis (trumpet, organ)
Sam Morrison (ts, ss, fl)
Pete Cosey (guitar, percussion, synth)
Reggie Lucas (guitar)
Michael Henderson (bass)
Al Foster (drums)
James "Mtume" Foreman (percussion)

 

101 Funk (Inc.)
102 Ife
103 Maiysha
104 Right Off - Conga Solo
106 Turnaroundphrase - Willie Nelson - Tune in 5 - For Dave
107 For Dave (Cont.)
108 Untitled Original

 

201 Turnaroundphrase - Willie Nelson
202 Tune in 5 - Turnaroundphrase - For Dave
203 Untitled Original
204 Funk
205 Funk Continued (3 gaps)
206 Ife
207 Maiysha
208 Right Off

 
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301 Untitled Original
302 Right Off
303 Funk

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Miles in Bottom Line, November 1974
publicado por wlasol às 00:33
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17
Jul 08

Estilo:
Alternative Rock

Data de lançamento:
11/11/2003

Tamanho:
27mb

Tracklist:
01. Duck And Run
02. When I'm Gone (Intro)
03. When I'm Gone
04. Kryptonite
05. Here Without You
06. It's Not Me
07. That Smell

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publicado por wlasol às 15:12
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http://news.filefront.com/wp-content/uploads/2007/11/bowie-david-photo-david-bowie-6230855.jpg



Penso, logo existo concluiu Descartes (o René). Mas eu existo para quê?.Pergunto eu? Veja agora por exemplo, estou com insônia.Hoje é domingo, mas para quê domingo, se logo em seguida vem a segunda-feira,e todas as feiras? Ah!, sei não,Virgem Santa.Fome não tenho mais, água gelada para beber acabou.Segundos, minutos, horas, dias? Passam. O trem passa, e ele não voltará. A vida passa, então para quê nascer ? Só para pagar impostos? Sim! Acertei na moshca ( como diria o carioca).Mas deixa para lá, vamos ouvir um som. Quero você no meu sonho agora, venha sem demora, Aurora. Não dá para ser feliz só, preciso de mais um quilos de calor humano ( cobertor de orelha no ditado interiorano). Rock, funk, blues, reggae, gelei. Mas tudo na vida é um jogo (duro), então jogo. Na lua, no sol, no céu da boca, no lençol, passei minhas férias deitado, sentado, acordado. Pensei em tudo, pensei em você, pensei neles, pensei nelas, no fim da jornada, toda madrugada. Mas do que estou falando? Não sei, não sabe você, não sabemos nós. A sol quer brilhar na noite cheia ( ou o verme passeia na lua cheia?), para quem? Brilha para nada, brilha para queimar, até um dia se apagar. A que veio? , Se aí está, deixa ficar, hei de não lembrar. Partículas de luz encurvam-se à direita, à esquerda, de lado, para cima, para baixo, ou para qualquer direção. Sei, não estás entendendo nada, mas as palavras vão te levar, para bem longe talvez para um altar, lá haverá de ficar? Se não me respondes, nem precisa, viu. Talvez um dia não surja resposta para todas as perguntas, então tudo não será solucionado, e então ficaremos de mãos dadas, desatadas olhando para o infinito, talvez de lá venha....um grito!! (JH II)





David Bowie, um artista com "A" maíúsculo!



iSelect (2008)






Tracklist:

01. Life on mars?

02. Sweet Thing/Candidate/ Sweet Thing (reprise)

03. The Bewlay Brothers

04. Lady Grinning Soul

05. Win 06. Some Are

07. Teenage Wildlife

08. Repetition

09. Fantastic Voyage


10. Loving The Alien

11. Time Will Crawl [MM Remix]

12. Hang On To Yourself [Live Santa Monica '72]
publicado por wlasol às 14:06
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Vocals, Paul Rodgers

“No final do ano de 1973 com a dissolução definitiva do Free, Paul Rodgers, embora tivesse recebido um convite tentador para substituir Ian Gillan no Deep Purple, resolve montar uma nova banda, juntamente com outro membro do Free, o baterista Simon Kirke. Convidam o guitarrista do Mott The Hoople, Mick Ralphs, que aceita de imediato, pois estava insatisfeito com a liderança de Ian Hunter imposta por David Bowie (maiores detalhes veja matéria sobre o Mott). No baixo chamam Raymond "Boz" Burrel, ex-Centipede e ex-King Crimson.
Empresariados por ninguém menos que Peter Grant (famoso empresário do Led Zeppelin) assinam um contrato com a gravadora Island, e logo no início de 1974 lançam seu primeiro disco, intitulado somente "Bad Company", que ocupa o primeiro lugar na parada Norte-Americana, lançando juntamente um single, "Can’t Get Enough", que atinge o quinto lugar, ao mesmo tempo em que fazem um turnê de sucesso pela terra de Tio Sam. Logo que retornam gravam mais um disco, lançado no mesmo ano, o "Straight Shooter", que atinge o terceiro posto nos EUA, além de mais um single no topo das paradas, "Feel Like Makin’ Love". Em 1976 sai "Run With The Pack", com mais um single de sucesso, "Young Blood".


Drums, Simon Kirke

No início de 1977 outro play, o "Burnin’ Sky" cuja faixa-título atinge os primeiros lugares da parada. Apesar de todo o sucesso, a banda fica três anos sem gravar, retornando em 1979 com "Desolation Angels", que sai pelo selo Swan Song (do Led Zeppelin). Embora à partir desse disco fizessem uso de sintetizadores, seu hard-blues continuava característico, e emplacam mais um single de sucesso nos States, a faixa "Rock’N’Roll Fantasy".
Inexplicavelmente ficam novamente mais três anos sem gravar, retornando somente em 1982 com "Rough Diamonds", bem aquém de seus trabalhos anteriores, o que acaba culminando com o fim da banda.
Kirke vai para o Wildlife, ficando por lá cerca de um ano e lançando um disco com a banda. Rodgers vai para o The Firm de Jimmy Page, depois sai para uma carreira solo bem sucedida. Burrel monta um projeto efêmero chamado Nightflight com Mick Moody (ex-Whitesnake) e Zakk Starr (filho de Ringo Starr).
Como Ralphs ficara desempregado, e Kirke e Burrel não conseguem obter êxito em outros projetos, resolvem remontar o Bad Company em 1986 com Brian Howe no lugar de Rodgers.


Bass, Raymond "Boz" Burrel

A gravadora chega à lançar uma coletânea ("10 from 6") anunciando o retorno da banda, que vêm na forma do álbum "Fame & Fortune" (o título já denunciava as intenções do pessoal, não?) lançado no ano seguinte. Porém a sonoridade da banda havia mudado muito, em parte devido ao vocal de Howe que era totalmente diferente do vocal de Rodgers, em parte graças ao amplo uso de sintetizadores, que de acordo com as palavras de Kirke numa entrevista da época "funciona muito bem em estúdio, mas ao vivo não dá muito espaço para o trabalho (de guitarra) de Ralphs". Devido à isto, em seu próximo álbum, "Dangerous Age", lançado em 1988 já pelo selo ATCO, há uma diminuição na ênfase dos sintetizadores. Porém, mesmo assim, os antigos fãs continuam torçendo o nariz para o estilo "americanizado" que a banda adotara. Talvez por isso Burrell deixa a banda em 1988, e a banda fica sem baixista definitivo até 1993, quando Rick Wills assume o baixo. Nesta época já haviam saído "Holy Water" e "Here Comes Trouble", que contam com mais um membro, o guitarrista Dave "Bucket" Colwell.
Porém a banda andava insatisfeita com os vocais de Howe, e a gota d’água veio com o álbum "The Best Of Bad Company Live... What You Hear Is What You Get", que retratava um show feito nos Electric Lady Studios que seria transmitido para algumas rádios Norte-Americanas, porém a gravadora propõe lançar um álbum ao vivo em comemoração dos 20 anos da banda.
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Guitar, Mick Ralphs
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Acabam concordando, porém a intenção dos músicos era de lançar o álbum de forma mais natural possível, contudo Howe acaba regravando praticamente todos os vocais
Resolvem então mandá-lo embora, porém devido à problemas contratuais e interferência da gravadora a separação foi extremamente traumática.
Com a entrada do novo vocalista, Robert Hart, há uma injeção de ânimo na banda, e com ele gravam os álbum "Company Of Strangers" e "Stories Told & Untold", no qual abandonam definitivamente o estilão comercial que haviam feito nos últimos tempos. De acordo com uma entrevista de Kirke à uma revista, "o que não consegue nos destruir acaba nos fortalecendo. Houve um momento no passado em que deixamos de ser simplesmente uma banda e isto que somos passou a ser um estilo de vida. Agora sinto que o círculo está encerrado – o som que fazemos hoje poderia muito bem ter sido feito há vinte anos atrás. Valeu à pena todos os problemas e atribulações pelo qual passamos em todos este tempo, pois sinto que agora chegamos onde deveríamos"
Retomando a formação original somente para algumas apresentações, a banda lançou em 2003 o álbum ao vivo "The Merchants Of Cool"."

***Em 256 kbps***

1. Little Miss Fortune (fades in)
2. Rock Steady
3. Ready For Love
4. Don't Let Me Down
5. Easy On My Soul
6. Bad Company
7. Deal with the Preacher
8. Movin On
9. Can't Get Enough
10 The Stealer
11 Rock Me Baby

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“One of the best if not the best early recordings of Bad Company after the release of their first album. Nice Quality compared to all of the early audience recordings floating around. An A/A- soundboard that was cleaned up using SoundForge (the rough spots and hiss have been fixed).”




Bad Company - Wembley Arena, London, England (10/03/1979)












***Em 192 kbps***

Disc 1

1. Bad Company
2. Good Lovin' Gone Bad
3. Burning Sky
4. Gone, Gone, Gone
5. Shooting Star
6. Evil Wind
7. Ready For Love
8. Simple Man
9. It Don't Matter
10. She Brings Me Love

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Disc 2

1. Rythm' Machine
2. Lonely For Your Love
3. Rock Steady
4. Rock & Roll Fantasy
5. Live For The Music
6. Movin' On - 1st Encore Break
7. Feel Like Makin' Love - 2nd Encore Break
8. Can't Get Enough

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publicado por wlasol às 13:02
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16
Jul 08

Novo album dessa banda foda chamada King's X. Power trio que existe desde 1980 e que bota pra quebrar, e que pouca gente conhece. Foi mal aí, galera, tô meio sumido, a vida tá corrida, mas esse King's X novo não dá pra deixar passar. Peguei os links de um outro site, devidamente creditado abaixo. Abraços, Johnny F e resto da galera!!!

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Download Mirror
Download Mirror 2
Download Mirror 3
Password: www.crom-diosesdelmetal.blogspot.com
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O Annihilator é uma banda formada em 1985 pelo guitarrista canadense Jeff Waters.
Na prática, porém, funciona como um projeto solo de Jeff, que controla a banda com mão-de-ferro.
Nesses 20 anos de história, o Annihilator já mudou de formação inúmeras vezes, contando com diversos vocalistas, bateristas e baixistas.
O álbum de estréia foi "Alice In Hell" de 1989, seguido de "Never, Neverland" de 1990, dois clássicos do Thrash Metal.
Eventualmente, Jeff Waters tocou baixo e fez todos os vocais em estúdio, como no álbum "King Of The Kill".
Outra marca do Annihilator é jamais se repetir, sendo a sonoridade de cada novo disco uma surpresa a ser descoberta.
Mesmo com todas essas alternativas Jeff Waters sempre apresentou um heavy metal agressivo e de alta qualidade.

Jeff Waters


Alice In Hell



Never Neverland



King Of The Kill



Refresh The Demon



Metal

publicado por wlasol às 14:59
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O Charon é uma banda pouquíssimo conhecida por aqui. Foi formada na Finlândia em 1992 e hoje tem o vocalista e compositor J.P. Lepäluoto, que entrou em 1995, como sua figura principal.
Lepäluoto fez os vocais no primeiro álbum do Poisonblack, "Escapexstacy", cujo post já está disponível aqui no blog.
O Charon segue a linha de bandas como o Sentenced e o próprio Poisonblack, fazendo um metal cadenciado, com letras melancólicas, belas melodias e refrões fortes.
Fazem parte da banda ainda os guitarristas Lauri Tuohimaa e Pasi Sipila, o baixista Teemu Hautamaki e o baterista Antti Karihtala.
O Charon já lançou 5 álbuns: "Sorrowburn" (1998), "Tearstained" (2000), "Downhearted" (2002) e "The Dying Daylights" (2003) e "Songs For The Sinners" (2005).




The Dying Daylights



Songs For The Sinners

publicado por wlasol às 13:55
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15
Jul 08

Estilo:
Emo

Data de lançamento:
--/--/2008

Tamanho:
43mb

Tracklist:
01.Cedo Ou Tarde
02.Daqui Pra Frente
03.Entre Nós Dois
04.Bem Ou Mal
05.Além Das Palavras
06.Silêncio
07.Segunda Chance
08.Cartas Pra Você
09.Tudo Bem
10.Nunca Mais
11.A Melhor Parte De Mim
12.Inimigo Invisível
13.O Destino
14.Diferenças
15.Apenas Mais Uma De Amor

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Estilo:
Southern Rock

Data de lançamento:
--/--/2008

Tamanho:
64 mb

Tracklist:
01 Sweet Home Alabama
02 Gimme Three Steps
03 Call Me The Breeze
04 Workin' For MCA
05 Down South Jukin'
06 I Know A Little
07 What's Your Name?
08 Gimme Back My Bullets
09 Comin' Home
10 Free Bird
11 That Smell
12 Swamp Music
13 You Got That Right
14 Saturday Night Special
15 Tuesday's Gone

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